GOVERNANÇA

 

Na estrutura de tomada de decisão do FGC, o órgão máximo de deliberação é a Assembleia Geral, integrada por todas as instituições financeiras associadas. A Assembleia é responsável por analisar as contas, aprovar as demonstrações financeiras da entidade, em reunião ordinária realizada até o dia 30 de abril posterior ao encerramento do exercício, e elege os membros dos órgãos estatutários do FGC.

A administração do FGC e a execução das atividades ficam a cargo do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva, compostas de profissionais independentes das associadas. Conselheiros e Diretores estão sujeitos ao compromisso de confidencialidade e à aprovação de seus nomes pelo Banco Central do Brasil (BCB) para o exercício de suas funções.

 

Composição dos órgãos estatuários

O Conselho de Administração é composto pelos seguintes membros:

Efetivos

NOME CARGO MANDATOS
Jairo Sampaio Saddi  Presidente 2014/2017
Renê Sanda  Conselheiro 2015/2018
Afonso Sant’Anna Bevilaqua Conselheiro 2016/2019
Ana Dolores Moura Carneiro de Novaes  Conselheira 2016/2017
Júlio de Siqueira Carvalho de Araújo Conselheiro 2016/2017

 

Acesse aqui o Regimento Interno do Conselho de Administração

A Diretoria Executiva é assim composta:

NOME CARGO MANDATO
André Arantes Loes Diretor Executivo 2016/2019
Aparecida do Céu Ferreira Arriaga Santana  Diretora 2016/2019
Caetano de Vasconcellos Neto Diretor 2016/2019
Carlos Alfredo de Villemor Vianna Diretor 2016/2019
Fábio Mentone Diretor 2016/2019

 

Procedimentos para a eleição

A Diretoria Executiva é composta por 2 a 5 Diretores, sendo um deles o Diretor Executivo e os demais sem designação específica. Ela será eleita pela Assembleia Geral para um mandato de 3 (três) anos, sendo permitida a reeleição mediante indicação de nomes feita pelo Conselho de Administração, observadas as seguintes disposições:

  • Não é permitida a participação de:
  1. Controladores, administradores ou funcionários de instituições financeiras;
  2. Administradores de recursos de terceiros, de outras instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou de empresas integrantes dos respectivos conglomerados;
  3. Profissionais dessas instituições ou empresas que estejam formalmente licenciados ou temporariamente afastados;
  4. Administradores ou funcionários de entidades de classe representativas de instituições financeiras ou de outras instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;
  5. Profissionais dessas entidades que estejam formalmente licenciados ou temporariamente afastados.
  • Os membros eleitos para o Conselho de Administração, o Conselho Consultivo, o Conselho Fiscal e a Diretoria Executiva devem ter seus nomes submetidos ao Banco Central do Brasil, que os aprova, desde que atendam aos requisitos previstos na regulamentação em vigor para o exercício de cargos em órgãos estatutários de instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pela referida Autarquia.
  • Aprovados os respectivos nomes, os membros do Conselho de Administração, o Conselho Consultivo, o Conselho Fiscal e a Diretoria Executiva devem tomar posse após a assinatura de uma carta de compromisso de confidencialidade dirigida ao Banco Central do Brasil.
  • Os membros dos órgãos de administração, durante o exercício do mandato e por quatro meses a partir do seu encerramento, ficam impedidos de exercer qualquer atividade remunerada para:
  1. Instituições financeiras;
  2. Administradores de recursos de terceiros;
  3. Outras instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;
  4. Empresas integrantes dos respectivos conglomerados;
  5. Entidades de classe representativas de instituições financeiras ou de outras instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

O Conselho Fiscal do FGC é composto pelos seguintes membros:

NOME CARGO MANDATO
Antonio Luiz Rios da Silva Conselheiro 2014/2017
Luis Gustavo da Matta Machado Conselheiro 2014/2017
Antonio Carlos Rovai  Conselheiro 2014/2017


 

Atividades e mandato

Compete ao Conselho Fiscal examinar os balancetes e as demonstrações financeiras do FGC, os relatórios da administração e dos auditores independentes, emitindo sobre essas peças um parecer para apreciação da Assembleia Geral Ordinária. Sendo que o mandato dos membros será de até 3 (três) anos, sendo permitida a reeleição.

No Conselho Fiscal, não é permitida a participação de:

  • Controladores, administradores ou funcionários de instituições financeiras;
  • Administradores de recursos de terceiros, de outras instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou de empresas integrantes dos respectivos conglomerados;
  • Profissionais dessas instituições ou empresas que estejam formalmente licenciados ou temporariamente afastados;
  • Administradores ou funcionários de entidades de classe representativas de instituições financeiras ou de outras instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;
  • Profissionais dessas entidades que estejam formalmente licenciados ou temporariamente afastados.
  • Os membros eleitos para o Conselho de Administração, o Conselho Consultivo, o Conselho Fiscal e a Diretoria Executiva devem ter seus nomes submetidos ao Banco Central do Brasil, que os aprova, desde que atendam aos requisitos previstos na regulamentação em vigor para o exercício de cargos em órgãos estatutários de instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pela referida Autarquia.
  • Aprovados os respectivos nomes, os membros do Conselho de Administração, o Conselho Consultivo, o Conselho Fiscal e a Diretoria Executiva devem tomar posse após a assinatura de uma carta de compromisso de confidencialidade dirigida ao Banco Central do Brasil.
  • Os membros dos órgãos de administração, durante o exercício do mandato e por quatro meses a partir do seu encerramento, ficam impedidos de exercer qualquer atividade remunerada para:
  1. Instituições financeiras;
  2. Administradores de recursos de terceiros;
  3. Outras instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;
  4. Empresas integrantes dos respectivos conglomerados;
  5. Entidades de classe representativas de instituições financeiras ou de outras instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.

Foram eleitos pela Assembleia Geral Ordinária para compor o Conselho Consultivo:

Efetivos

NOME CARGO MANDATO
Alexandre da Silva Gluher Presidente 2016/2019
José Maurício Pereira Coelho Conselheiro 2016/2019
Paulo Guilherme Monteiro Lobato Ribeiro Conselheiro 2016/2019
Conrado Engel Conselheiro 2016/2019
Osvaldo Bruno Brasil Cavalcante Conselheiro 2016/2019

 

Suplentes

NOME CARGO MANDATO
Moacir Nachbar Junior  Conselheiro 2016/2019
Paulo Roberto Lopes Ricci Conselheiro 2016/2019
Rubens Bution Conselheiro 2016/2019
José Paiva Ferreira Conselheiro 2016/2019
Gabriel Dutra Cardozo Vieira de Goes Conselheiro 2016/2019
Alexsandro Broedel Lopes Conselheiro 2016/2019

 

 

Atividades e mandato

O FGC tem um Conselho Consultivo, sem funções executivas, integrado por até seis membros titulares e seis suplentes, eleitos pela Assembleia Geral, mediante indicação de nomes feita pelo Conselho de Administração, com mandato de 3 (três) anos, sendo permitida a reeleição, e que se reúne por convocação do Conselho de Administração, quando decidir ouvi-lo sobre:

 

  • Ideias, sugestões e propostas para a formulação de políticas, diretrizes e estratégias de atuação do FGC no desempenho de suas finalidades;
  • Operações e negócios nos quais o FGC participe e que necessitarem de avaliação em termos de repercussão sobre o mercado financeiro;
  • Outras matérias, dentro do objeto de atuação do FGC, que possam repercutir sobre a solidez e a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional.

 

Os membros do Conselho Consultivo devem ser pessoas naturais, com reconhecidos conhecimentos e experiência em negócios, operações e atividades desenvolvidas no sistema financeiro.